30 agosto 2011
Uncut
Ainda deve andar por aí a edição da Uncut de Setembro que traz em CD anexo o melhor de 2011.. so far! É de ouvir. O tema de capa são os Doors e os últimos ritos de Jim Morrison.
Curiosidade: nas escolhas da redacção, aparece recomendada a reediçãod o álbum "Guitarra Portuguesa" de 1971 de Carlos Paredes.
Pink Floyd - afinal quantos são??
Está a começar a vaga de reedições dos 40 anos dos Pink Floyd. o Público vai lançar os discos reeditados e material promocional.
Em Roterdão haverá um concerto comemorativo pelos Pink Project, uma banda tributo.
Confesso que isto me faz alguma confusão. Então os Pink Floyd não começaram em 66? E o "Piper" não foi lançado em 67? ora bem... 40 anos daria... 2007! Enfim...
Entretanto, o site da Uncut diz que vão relançar o primeiro disco, mas já existe uma versão comemorativa dos 40 anos, que até foi lançada em mono....
Pink Floyd's debut LP 'Piper At The Gates Of Dawn' is to be reissued next month, to mark the band's 40th anniversary.
The remastered three-disc set comes in a specially designed cloth-covered book, along with an eight page reproduction of one of Syd Barrett's notebooks.
As well as stereo and mono versions of the full 'Piper At The Gates Of Dawn' LP - the bonus tracks include all of Pink Floyd's singles from 1967.
'Arnold Layne', 'See Emily Play' , 'Apples And Oranges' and B-sides 'Candy And A Current Bun' and 'Paintbox' all feature.
Other highlights for Pink Floyd completists are the exclusive edit of 'Interstellar Overdrive', previously only available on an EP in France and the 1967 stereo version of 'Apples And Oranges' which has never before been officially released.
'Piper' is to be released on August 27 in the UK and September 3 in the US.
The tracks on ‘The Piper At The Gates of Dawn’ are:
'Astronomy Domine'
'Lucifer Sam'
'Matilda Mother'
'Flaming'
'Pow R Toc H'
'Take Up Thy Stethoscope and Walk' (Roger Waters)
'Interstellar Overdrive'
'The Gnome'
'Chapter 24'
'The Scarecrow'
'Bike'
Em Roterdão haverá um concerto comemorativo pelos Pink Project, uma banda tributo.
Confesso que isto me faz alguma confusão. Então os Pink Floyd não começaram em 66? E o "Piper" não foi lançado em 67? ora bem... 40 anos daria... 2007! Enfim...
Entretanto, o site da Uncut diz que vão relançar o primeiro disco, mas já existe uma versão comemorativa dos 40 anos, que até foi lançada em mono....
Pink Floyd's debut LP 'Piper At The Gates Of Dawn' is to be reissued next month, to mark the band's 40th anniversary.
The remastered three-disc set comes in a specially designed cloth-covered book, along with an eight page reproduction of one of Syd Barrett's notebooks.
As well as stereo and mono versions of the full 'Piper At The Gates Of Dawn' LP - the bonus tracks include all of Pink Floyd's singles from 1967.
'Arnold Layne', 'See Emily Play' , 'Apples And Oranges' and B-sides 'Candy And A Current Bun' and 'Paintbox' all feature.
Other highlights for Pink Floyd completists are the exclusive edit of 'Interstellar Overdrive', previously only available on an EP in France and the 1967 stereo version of 'Apples And Oranges' which has never before been officially released.
'Piper' is to be released on August 27 in the UK and September 3 in the US.
The tracks on ‘The Piper At The Gates of Dawn’ are:
'Astronomy Domine'
'Lucifer Sam'
'Matilda Mother'
'Flaming'
'Pow R Toc H'
'Take Up Thy Stethoscope and Walk' (Roger Waters)
'Interstellar Overdrive'
'The Gnome'
'Chapter 24'
'The Scarecrow'
'Bike'
22 agosto 2011
Paredes de Coura - o fim (com lágrima)
Do último dia, e para não vos maçar, dois excelentes concertos:
Two Door Cinema Club: o que deve ser o concerto de um festival - toda a gente a dançar, energia, música divertida. O mais festivaleiro do festival.
Mogwai - grande concerto dos estetas sónicos escoceses. Um wall of sound impressionante (por vezes lembrei-me dos Spiritualized). Nem foram preciso palavras (em que eles são escassos e elas ininteligíveis), para arrebatar a audiência.
Quanto aos muito esperados DFA 1979, nem com o conselho das brasileiras CSS - "let's make love and listen to Death From Above" - me convenceram a esperar. Não tenho paciência para o punk, por muito "mítico" que seja.
(a propósito, os YES continuam a editar discos e a ter toneladas de fãs, acabam de editar mais um e fazem tournées - os grandes dinossauros visados pelo punk estão de boa saúde - e onde estão os punks, além de alguns exemplares para registo em Picadilly? Ah ah ah! A História não se escreve no próprio dia, há que esperar...).
Venha mais, para ao ano!
Two Door Cinema Club: o que deve ser o concerto de um festival - toda a gente a dançar, energia, música divertida. O mais festivaleiro do festival.
Mogwai - grande concerto dos estetas sónicos escoceses. Um wall of sound impressionante (por vezes lembrei-me dos Spiritualized). Nem foram preciso palavras (em que eles são escassos e elas ininteligíveis), para arrebatar a audiência.
Quanto aos muito esperados DFA 1979, nem com o conselho das brasileiras CSS - "let's make love and listen to Death From Above" - me convenceram a esperar. Não tenho paciência para o punk, por muito "mítico" que seja.
(a propósito, os YES continuam a editar discos e a ter toneladas de fãs, acabam de editar mais um e fazem tournées - os grandes dinossauros visados pelo punk estão de boa saúde - e onde estão os punks, além de alguns exemplares para registo em Picadilly? Ah ah ah! A História não se escreve no próprio dia, há que esperar...).
Venha mais, para ao ano!
20 agosto 2011
Paredes de Coura, dia 3
Dia em cheio no festival.
A já proverbial canseira de fim-de-tarde impediu-me de ver os You Can't win Charlie Brown, que tanto queria ver, através de um artifício simples, que consistiu em manter-me amarrado à cama.
Mas estava a postos para os The Joy Formidable, power trio que deu um bom concerto de rock. Mais uma banda com uma cantora... As mulheres estão a tomar conta do rock? Quando são tambem guitarristas, como é o caso, até adquirem as posturas masculinas... O concerto acabou com os três membros a percutir violentamente a bateria, com a guitarra e o baixo em agonizante feedback sobre o palco...
De seguida, os Trail of Dead. Durante a actuação desta banda surgiu-me a questão do desaparecimento da censura como uma das maiores vias abertas para a explosão de fenómenos Musicais Explosivos Radicalmente Diferentes e Anarcas (M.E.R.D.A.). Os T.O.D. e mais 1.500 bandas de hard, heavy, progressive metal e alt metal podiam ser calmamente dizimados com um lança-chamas (méTodo que seguramente se enquadraria nos seus ambientes estéticos), resultando numa clara purificação da atmosfera (como se sabe, o cheiro dos M.E.R.D.A.é altamenTe poluente) e talvez abrindo o palco para músicos que saibam tocar.
Os T.O.D. Fizeram-me tambem reflectir que talvez a amplificação dos instrumentos não seja afinal uma coisa tão boa. Musicalmente indigentes, fizeram muito barulho. Os seus temas encadeiam-se sobre os mesmos dois ou três acordes, mas sem qualquer graça(pelo menos os Ramones tinham piada e sabiam rir-se de si próprios) e sem desenvolvimento, propulsionados por um matraquear insano da bateria e levados ao limite da amplificação... Urghhh...
Animado por estes pensamentos fascistoides, fiz-me a uma bifana.
Felizmente que a seguir entraram os Battles. Verdadeira surpresa para mim, este trio que publicou à pouco "Gloss Drop"encheu o palco com peças angulares, invenção e complexidade inteligente. Os três são poucos em palco para dar conta da complexidade técnica, de modo que introduziram um vocalista virtual, que cantou a partir de uma projecção na tela. Um ovo de colombo, que liberta os musicos para tocar. O melhor concerto do PC até agora.
Os Deerhunter deram um espectáculo de feedback e acidez, volume e melodias disfarçadas sob a melodia acre das guitarras. Nada a apontar.
Os Chapel club são uma banda alternativa dos anos 80 que se enganou na década. Tocam bem, mas não trazem novidades. Não deixa de ser curioso que uma forma de ser alternativo hoje em dia é soar igual à 30 anos atrás... Mas fará sentido hoje em dia falar de rock alternativo com o mesmo sentido dos 80 e 90? Uma discussão para iniciar noutra altura...
A surpresa da noite surgiu com os King of Convenience. O duo norueguês apresentou-se no palco, em versão acústica e deu um grande concerto, perante uma encosta repleta de gente. A sua mistura de housemartins com Everything but the girl e Simon & Garfunkel resultou em cheio num publico que em grande parte talvez não estivesse à espera de algo tão ligeiro. Erlend, a metade mais comunicativa do duo, esteve sempre a falar com o publico, ora dizendo "é sempre divertido tocar em Portugal", ora fazendo perguntas e contando histórias. Eirik também meteu a colherada, como para falar do passeio no rio e da sua crença de que nunca tinha estado tão perto do paraíso... Muçulmano, devido a quantidade de virgens no rio! É algo de que muitas bandas se esquecem, o público quer sentir que em cima do palco está alguém que comunica e tem personalidade. A meio do concerto entraram dois convidados, um violinista alemão e um baixista italiano. Enfim, os KC tiveram direito ao unico encore a que assisti no festival, que começou com ...Eirik a tocar o Corcovado e Erlend a acabar com... Trompete vocal!
Para acabar a noite (para mim, claro!), Marina and the Diamonds deram um bom concerto, muito centrado na figura carismatica da Marina, que agora anda loira e é senhora de uma voz potente e musical (abismos da memoria, mais do que a Kate Bush com que costuma ser comparada, lembrou-me mais a Sally Field...). um bom final de noite no palco principal.
Sabado acaba a festa...
A já proverbial canseira de fim-de-tarde impediu-me de ver os You Can't win Charlie Brown, que tanto queria ver, através de um artifício simples, que consistiu em manter-me amarrado à cama.
Mas estava a postos para os The Joy Formidable, power trio que deu um bom concerto de rock. Mais uma banda com uma cantora... As mulheres estão a tomar conta do rock? Quando são tambem guitarristas, como é o caso, até adquirem as posturas masculinas... O concerto acabou com os três membros a percutir violentamente a bateria, com a guitarra e o baixo em agonizante feedback sobre o palco...
De seguida, os Trail of Dead. Durante a actuação desta banda surgiu-me a questão do desaparecimento da censura como uma das maiores vias abertas para a explosão de fenómenos Musicais Explosivos Radicalmente Diferentes e Anarcas (M.E.R.D.A.). Os T.O.D. e mais 1.500 bandas de hard, heavy, progressive metal e alt metal podiam ser calmamente dizimados com um lança-chamas (méTodo que seguramente se enquadraria nos seus ambientes estéticos), resultando numa clara purificação da atmosfera (como se sabe, o cheiro dos M.E.R.D.A.é altamenTe poluente) e talvez abrindo o palco para músicos que saibam tocar.
Os T.O.D. Fizeram-me tambem reflectir que talvez a amplificação dos instrumentos não seja afinal uma coisa tão boa. Musicalmente indigentes, fizeram muito barulho. Os seus temas encadeiam-se sobre os mesmos dois ou três acordes, mas sem qualquer graça(pelo menos os Ramones tinham piada e sabiam rir-se de si próprios) e sem desenvolvimento, propulsionados por um matraquear insano da bateria e levados ao limite da amplificação... Urghhh...
Animado por estes pensamentos fascistoides, fiz-me a uma bifana.
Felizmente que a seguir entraram os Battles. Verdadeira surpresa para mim, este trio que publicou à pouco "Gloss Drop"encheu o palco com peças angulares, invenção e complexidade inteligente. Os três são poucos em palco para dar conta da complexidade técnica, de modo que introduziram um vocalista virtual, que cantou a partir de uma projecção na tela. Um ovo de colombo, que liberta os musicos para tocar. O melhor concerto do PC até agora.
Os Deerhunter deram um espectáculo de feedback e acidez, volume e melodias disfarçadas sob a melodia acre das guitarras. Nada a apontar.
Os Chapel club são uma banda alternativa dos anos 80 que se enganou na década. Tocam bem, mas não trazem novidades. Não deixa de ser curioso que uma forma de ser alternativo hoje em dia é soar igual à 30 anos atrás... Mas fará sentido hoje em dia falar de rock alternativo com o mesmo sentido dos 80 e 90? Uma discussão para iniciar noutra altura...
A surpresa da noite surgiu com os King of Convenience. O duo norueguês apresentou-se no palco, em versão acústica e deu um grande concerto, perante uma encosta repleta de gente. A sua mistura de housemartins com Everything but the girl e Simon & Garfunkel resultou em cheio num publico que em grande parte talvez não estivesse à espera de algo tão ligeiro. Erlend, a metade mais comunicativa do duo, esteve sempre a falar com o publico, ora dizendo "é sempre divertido tocar em Portugal", ora fazendo perguntas e contando histórias. Eirik também meteu a colherada, como para falar do passeio no rio e da sua crença de que nunca tinha estado tão perto do paraíso... Muçulmano, devido a quantidade de virgens no rio! É algo de que muitas bandas se esquecem, o público quer sentir que em cima do palco está alguém que comunica e tem personalidade. A meio do concerto entraram dois convidados, um violinista alemão e um baixista italiano. Enfim, os KC tiveram direito ao unico encore a que assisti no festival, que começou com ...Eirik a tocar o Corcovado e Erlend a acabar com... Trompete vocal!
Para acabar a noite (para mim, claro!), Marina and the Diamonds deram um bom concerto, muito centrado na figura carismatica da Marina, que agora anda loira e é senhora de uma voz potente e musical (abismos da memoria, mais do que a Kate Bush com que costuma ser comparada, lembrou-me mais a Sally Field...). um bom final de noite no palco principal.
Sabado acaba a festa...
Etiquetas:
Battles,
chapel club,
kings of convenience,
pareds de coura,
the joy formidable,
trail of dead,
you can't win charlie brown
19 agosto 2011
Paredes de coura, dia 2, parte 2
As warpaint ( e não "os", como erradamente referi), nao foram nada más, ouvidas da minha bifana, e cheguei mesmo a pensar por momentos que Dame Elizabeth Frase tinha reencarnado numa versão courense dos Cocteau Twins.
Bons mesmo foram os Esben and the Witch, que deram, na minha opinião, o melhor concerto até agora. De um psicadelismo alicerçado em baixo bateria voz e percussões em tarola e prato ocasionais, prescindindo de um baterista a tempo inteiro, com uma witch saltitante que não raras vezes pareceu possuída (pelo ritmo, entenda-se) e um guitarrista que de tanto saltar por trás da frondosa cabeleira só a meio do concerto lhe vimos a cara, cativaram uma parte da audiência e estranharam a outra, provavelmente a que estava à espera dos Blonde Redhead.
Por falar neles, o concerto foi bom, dentro do seu estilo de pop ácida e levemente dissonante, pouco conclusiva, mas com um fio melódico e energia por parte da Redhead. Convenceram.
E os Pulp? Tocaram em Paredes de Coura? Nã, deve ser mentira. Também nunca gostei da pose de nerd de suburbio do Jarvis Cocker, além do péssimo gosto para óculos. Sopa neles.
Bons mesmo foram os Esben and the Witch, que deram, na minha opinião, o melhor concerto até agora. De um psicadelismo alicerçado em baixo bateria voz e percussões em tarola e prato ocasionais, prescindindo de um baterista a tempo inteiro, com uma witch saltitante que não raras vezes pareceu possuída (pelo ritmo, entenda-se) e um guitarrista que de tanto saltar por trás da frondosa cabeleira só a meio do concerto lhe vimos a cara, cativaram uma parte da audiência e estranharam a outra, provavelmente a que estava à espera dos Blonde Redhead.
Por falar neles, o concerto foi bom, dentro do seu estilo de pop ácida e levemente dissonante, pouco conclusiva, mas com um fio melódico e energia por parte da Redhead. Convenceram.
E os Pulp? Tocaram em Paredes de Coura? Nã, deve ser mentira. Também nunca gostei da pose de nerd de suburbio do Jarvis Cocker, além do péssimo gosto para óculos. Sopa neles.
18 agosto 2011
Paredes de Coura, dia 2
O primeiro dia do Ritek PC 2011 terminou com os Crystal Castles que, com o seu alt.techno introduziram movimento nas placas tectónicas adormecidas do solo courense.
O segundo dia iniciou- se com outros cristais, os Stilts, cujos brilhos confesso que me escaparam, devido a uma preguiça de final de tarde que se apoderou do meu ser e que levou a que chegasse ao recinto já os ultimos acordes diletantes se esvaíam no poente... Bela imagem pagã!
Seguiram-se os Here we go magic, fraquinhos, temas incipientes e banda sem interesse. O publico respondeu morno ou simplesmente debandou.
Finalmente chegou o primeiro grande concerto de Coura - os Twin Shadow arrancaram com um show curto, mas concentrado, temas fortes (confesso que não os conhecia e por vezes soaram-me muito a Cure), um bom vocalista que arranha bem a guitarra - especialmente sonoro na Rickenbacker - e uma banda coesa. O publico gostou.
Neste momento tocam uns desinteressantes portugueses We Trust e já devem estar no palco principal os warpaint, mas a bifana e a cerveja falam mais alto a este peru esfomeado...
O segundo dia iniciou- se com outros cristais, os Stilts, cujos brilhos confesso que me escaparam, devido a uma preguiça de final de tarde que se apoderou do meu ser e que levou a que chegasse ao recinto já os ultimos acordes diletantes se esvaíam no poente... Bela imagem pagã!
Seguiram-se os Here we go magic, fraquinhos, temas incipientes e banda sem interesse. O publico respondeu morno ou simplesmente debandou.
Finalmente chegou o primeiro grande concerto de Coura - os Twin Shadow arrancaram com um show curto, mas concentrado, temas fortes (confesso que não os conhecia e por vezes soaram-me muito a Cure), um bom vocalista que arranha bem a guitarra - especialmente sonoro na Rickenbacker - e uma banda coesa. O publico gostou.
Neste momento tocam uns desinteressantes portugueses We Trust e já devem estar no palco principal os warpaint, mas a bifana e a cerveja falam mais alto a este peru esfomeado...
Etiquetas:
crystal castles,
crystal stilts,
here we go magic,
Paredes de coura 2011,
twin shadow,
we trust
Paredes de Coura, dia1
O primeiro dia a sério do Festival de Paredes de Coura começou com Oumar Souleyman, um cantor pop sírio que, acompanhado de um sequenciador manipulado por maos humanas (seria dificil chamar-lhe teclista), deu o pontapė de saída a um publico muito jovem sedento de ritmo - que lhe foi servido em doses generosas e contagiantes. Repetitivo, mas eficaz.
Depois de um longo soundcheck entraram os Wild Beasts, uma sensaçãozinha actual, que publicaram "Smother" este ano. A esta hora ainda tocam, o mesmo tema repetido em variações pouco imagiativas, num ritmo desacelerado que næo está a convencer o publico. O nivel de proficiência musical é mínimo, embora o aparato de equipamento seja grande. soam a um interpol desacelerado com laivos ocasionais de falseto (if you know what i mean...). Uma desilusão.
A seguir tocam os Crystal Castles.... Aguardamos que a noite aqueça. O cheiro emanado pelos inumeros cigarros divertidos pede algo animado...
Depois de um longo soundcheck entraram os Wild Beasts, uma sensaçãozinha actual, que publicaram "Smother" este ano. A esta hora ainda tocam, o mesmo tema repetido em variações pouco imagiativas, num ritmo desacelerado que næo está a convencer o publico. O nivel de proficiência musical é mínimo, embora o aparato de equipamento seja grande. soam a um interpol desacelerado com laivos ocasionais de falseto (if you know what i mean...). Uma desilusão.
A seguir tocam os Crystal Castles.... Aguardamos que a noite aqueça. O cheiro emanado pelos inumeros cigarros divertidos pede algo animado...
17 agosto 2011
Darryl Way's Wolf
Darryl Way foi o violinista dos Curved Air nos três primeiros e mais importantes álbuns e depois siu para criar um grupo próprio, com um membros que depois tocariam em bandas bem conhecidas, como os Caravan ou os Soft Machine (John Etheridge).
A propósito, os Curved Air estão de volta e em grande a dar espectáculos este ano, sempre com acarismática Sonja Kristina como frontwoman, num dos raros casos de liderança de uma banda prog por uma mulher.
Este tema de Darryl Way's Wolf tem muito em comum com os Curved Air, e vale bem a pena ouvir a sua produção fora do grupo. Mais hard, mais jazzística, mas com uma ligação sempre presente que lhe é dada pelo violino de DW.
A propósito, os Curved Air estão de volta e em grande a dar espectáculos este ano, sempre com acarismática Sonja Kristina como frontwoman, num dos raros casos de liderança de uma banda prog por uma mulher.
Este tema de Darryl Way's Wolf tem muito em comum com os Curved Air, e vale bem a pena ouvir a sua produção fora do grupo. Mais hard, mais jazzística, mas com uma ligação sempre presente que lhe é dada pelo violino de DW.
16 agosto 2011
Hoje temos: Masters Apprentices
Os Masters Apprentices foram uma banda dos 60/ 70 australianos, com um belo som da época e energia para dar e vender.Foram evoluindo do R'N'B para um som mais hard e acabando no progressivo. Confiram a energia.
12 agosto 2011
The Old Grey Whistle Test 40th Anniversary
Um programa clássico da BBC, que inaugurou um espaço especificamente dedicado aos longa duração e aos espectáculos ao vivo, faz 40 anos e a efeméride é assinalada com um cd triplo, que antecede uma série de outros organizados por temas ("folk", "prog", etc). Este é uma compilação de bandas clássicas nos dois primeiros cds, algumas das favoritas do programa e do seu apresentador do período "aureo", Bob Harris, como os Led Zeppelin, Focus, ZZ Top, Talking Head, Elton John, Yes, etc. O terceiro CD, mais interessante, é uma compilação de registos ao vivo, obrindo o espectro setentista e oitentista do programa. John Lennon, Alice Cooper, Tom Waits, Robert Wyatt, Janis Ian, Iggy Pop, Ramones... Aguardamos mais novidades...
06 agosto 2011
Yes ao vivo em Portugal em Novembro
Os Yes sobem ao palco do Coliseu de Lisboa no dia 3 de Novembro.
"Fly From Here" é o mais recente trabalho do grupo, editado em Junho.
As portas abrem às 20h e o espectáculo está marcado para as 21h.
Os bilhetes, que custam 30 euros, estão à venda desde o dia 4 de Agosto.
ZNR
Afogado no torpor estival, o Perú abana as suas penas e o longo monco e decide-se a lançar um tímido glu.
Relembrando um grupo francês dos anos 70, os ZNR, que soam a música de câmara-rock, se é quje tal coisa existe. Os ditos publicaram, um outro álbum antes deste, o "Traité de Mécanique Populaire", numa blague (alas) a um popular livro de mecânica lá das bandas dos cinquenta (ou sessenta?). A música é propulsionada por guitarras, pianos, violinos e outros avulsos, para bom efeito e deleite do ouvinte culto.
Não digam a ninguém que ele está aqui
Relembrando um grupo francês dos anos 70, os ZNR, que soam a música de câmara-rock, se é quje tal coisa existe. Os ditos publicaram, um outro álbum antes deste, o "Traité de Mécanique Populaire", numa blague (alas) a um popular livro de mecânica lá das bandas dos cinquenta (ou sessenta?). A música é propulsionada por guitarras, pianos, violinos e outros avulsos, para bom efeito e deleite do ouvinte culto.
Não digam a ninguém que ele está aqui
Subscrever:
Mensagens (Atom)

