13 agosto 2012

DBA - Pictures of You

Geoff Downes e Trevor Rabin dos Buggles (Video Killed the Radio Star, lembram-se?), foram recrutados para a formação dos YES para fazer "Drama" (1981) e foram responsáveis por alguns dos momentos mais pop do dinoussauro progressivo. Também, com o passado negro que tinham...

Ainda Geoff Downes colabora com os YES, como no mais recente "Fly from here" (que não está tão longe do que os YES fizeram nos anos 70 como possa parecer).

Bocas à parte, Geoff Downes é um respeitado produtor e continua ativo. Lançou agora o projeto DBA, com Chris Braide, naquilo que parece ser uma aventura pop eletrónica.

À vossa consideração...

11 agosto 2012

1001 albuns you must hear before you die


http://www.1001beforeyoudie.com/

Neste site é possível ver as várias 1001 coisas a fazer antes de morrer - óbvio que quem tentar todas não vai conseguir!

Além dos já bem conhecidos "1001 álbuns" e "1001 movies", há alguns menos óbvios, como o "1001 children books you must read before you grow up...". Enfim a utilidade destas listas é sempre duvidosa, porque outros critérios ditariam outras escolhas - e há sempre o dilema entre o que é relevante do ponto de vista histórico e o que tem qualidade intrínseca e perdura.

Indo para o que mais interessa aqui ao Perú, a lista dos 1001 álbuns a ouvir antes de morrer começa em 1956 e termina em 2007, o que deixa de fora muitas obras fundamentais, e mistura, de forma pouco credivel álbuns de pop, rock e jazz - esquecendo, nomeadamente, obras essenciais do jazz.

 De qualquer forma, é possível consultar a lista de cada uma das publicações por ano, o que pode ser interessante para usar como referência e conhecer obras que nos tenham escapado.

Só para que conste, o ano do meu nascimento, 1967, regista 29 títulos, 3% do total, quando a média deveria ser de 19 discos por ano (se todos fossem igualmente importantes), pelo que só pode ser um ano de uma excelente colheita!

Como curiosidade, encontrei um site que permite fazer o download de uma grande lista destes álbuns em 35GB, em formato FLAC. Não experimentei...

http://www.xplayo.com/musica/1001-albums-must-hear-before-you-die/

09 agosto 2012

A Comédia Divina: Dante e mais além

Entre amigos geram-se às vezes turbilhões; nascem e morrem movimentos alados de sentimentos e paixões que atingem o pico da emoção com velocidade e que se mantêm, gerando não poucas vezes elevação e destruição na mesma medida. Depois morrem, passa-se a outro turbilhão e eventualmente restará no inalcançável futuro uma memória ocasional de tão grandes encantos.

Vem este palavrório a propósito de música, mas poderia vir de um pintor, um escritor, uma pessoa ou de um lugar. São coisas que acontecem entre amigos, segundo a Teoria Geral da Amizade.

Um dos mais recentes turbilhões de que me apercebi, um fenómeno viral (tão ao gosto do momento!), tem a ver com esse grupo alter ego de Neil Hannon, os Divine Comedy.

Valha em abono da formação das massas do turbilhão que é merecida a eclosão do fenómeno metereológico. Trata-se,  apenas, do equivalente musical e muitas vezes literário de um Oscar Wilde (mas sem o gosto twisted). Neil Hannon é um dos maiores escritores de canções do final do século XX, e pronto (como diria o meu amigo Hélio, muito justamente no centro do turbilhão,  "Pim!").

A composição, a adequação da música e da orquestração às letras, a fina ironia, a subtileza, a grandiloquência ocasional, o portento vocal quando se impõe, fazem deste músico uma riqueza bem maior do que a tem em bolsa o Royal Bank of Scotland (esta comparação foi um bocadinho mázinha, dada a cotação miserável do banco, mas pronto, estou farto de pagar a crise!).

Em álbuns maiores como o enorme "Casanova", "A short album about Love" ou "Fin de siècle" este agent provocateur destila veneno e doçura em doses iguais (mas nem sempre proporcionais), num preparado à mão que garante o deleite dos sentidos e do intelecto.

Enfim, para que o turbilhão se mantenha, deixo um dos temas maiores, uma sinopse escrita com bisturi, de uma relação ocasional equívoca e em que a escrita é perfeitamente secundada (diria elevada), por um crescendo orquestral que sublinha a conclusão com laivos de perversidade...

Para que nada fique por dizer, vai a lírica para acompanhar o tema...

No matter how I try,
I just can't get her out of my mind
And I when I sleep I visualize her

I saw her in the pub,
I met her later at the nightclub
A mutual friend introduced us
We talked about the noise
And how its hard to hear your own voice
Above the beat and the sub-bass
We talked and talked for hours,
We talked in the back of our friend's car
As we all went back to his place

On our friend's settee,
she told me that she really liked me
And I said: "Cool, the feeling's mutual"
We played old 45s
And said it's like the soundtrack to our lives
And she said: "True, it's not unusual"
Then privately we danced
We couldn't seem to keep our balance
A drunken haze had come upon us
We sank down to the floor
And we sang a song that I can't sing anymore
And then we kissed and fell unconscious

I woke up the next day
All alone but for a headache
I stumbled out to find the bathroom
But all I found was her
Wrapped around another lover
No longer then is he our mutual friend






69

Há quem não aprecie os Magnetic Fields, nem se encante com a voz do fundador da banda, Stephen Merritt, um irreverente e criativo filho da geração hippie. A condição não me choca especialmente, mas…

Abstendo-me de falar sobre outros projetos de Merritt (Gothic Archies, 6ths, entre diferentes manifestações identicamente requintadas e cáusticas, por vezes), de que não tenho experiência sensível mas que granjearam reconhecimento da crítica e manifestos elogios do Lou Reed, entre outras figuras do meio, considero que os cinco álbuns dos Magnetic Fields anteriores a “69 Love Songs”, bem como os que se lhe seguiram, estão longe da riqueza e genialidade deste triplo álbum, sendo, por comparação, trabalhos inferiores.

Estávamos no início do ano de 2001, quando, à semelhança do que me havia acontecido uns anos antes com o “OK Computer”, dei por mim a percorrer as lojas à cata de exemplares do “69 Love Songs”, com o intuito de os oferecer a amigos e familiares – ninguém podia ficar na cegueira da ignorância! Havia que divulgar a cura (aconteceu-me o mesmo em 2009, com o admirável “Veckatimest” dos Grizzly Bear*)…

Que tem este triplo álbum de especial? O melhor é mesmo ouvir este surpreendente sortido de sessenta e nove pequenas canções, estilisticamente muito livres e arejadas (algumas são mesmo muito bonitas), que incorporam um todo coerente e único… verdadeiramente extraordinário!  


08 agosto 2012

Bella Union x Rough Trade : 15th Anniversary compilation

Prevê-se uma bela compilação...

Bella Union x Rough Trade :: 15th Anniversary compilation

This year marks the 15th anniversary of the birth of Bella Union Records, and to celebrate we have teamed up with the good folk at Rough Trade Shops to compile 145 minutes and 52 seconds minutes of music, old and new, that reflects fondly on the beginnings of the label and looks excitedly towards to the prospects of the future. As well as old favourites like Midlake, Lift To Experience and Dirty Three we have 6 new and unreleased tracks from Jonathan Wilson, The Walkmen, The Low Anthem, Lanterns On The Lake, Zun Zun Egui and Father John Misty.

Rough Trade Shops Bella Union 15 will be available on very special edition CD at the Rough Trade Stall at this years End Of The Road Festival, and widely available from all good retailers on Monday 17th September.

Here’s the track listing and artwork below…
Various – Rough Trade Shops Bella Union 15
CD One
1.  M Ward – Primitive Girl
2.  Veronica Falls – Stephen
3.  Wild Nothing – Shadow
4.  Beach House – Lover Of Mine
5.  Andrew Bird – Effigy
6.  Laura Veirs – July Flame
7.  Fleet Foxes – Montezuma
8.  The Acorn – Crooked Legs
9.  John Grant – TC & Honeybear
10. Stephanie Dosen – Vinalhaven Harbor
11. Explosions In The Sky – Your Hand in Mine
12. Hannah Cohen – Don’t Say
13. Poor Moon – Holiday
14. Treefight For Sunlight – Time Stretcher
15. Vetiver – More Of This
16. Lawrence Arabia – I’ve Smoked Too Much
17. Cashier no. 9 – Oh Pity
18. Marques Toliver – Magic Look
CD Two
1.   Van Dyke Parks – Be Careful
2.   Mountain Man  – Buffalo
3.   Peter Broderick – Colin
4.   Midlake – The Jungler
5.   I Break Horses – Hearts (RAR mix)
6.   Dirty Three – Everything’s Fucked
7.   My Latest Novel – Wrongfully, I Rested
8.   The Czars – Goodbye
9.   Our Broken Garden – The Departure
10. Lift To Experience – To Guard & To Guide You
Exclusive Bonus Tracks
11. The Walkmen – The House You Made*
12. The Low Anthem – Down There By The Train*
13. Jonathan Wilson – Journey from Eden*
14. Zun Zun Egui – Battlefield*
15. Lanterns On The Lake – Below It*
16. Father John Misty feat. Phosphorescent – I Would Love You

Nova Música: Metallic Taste of Blood


Os Metallic Taste of Blood andam num caminho que não anda assim tão longe do prog "orgânico" dos Storm of Corrosion, embora a sua via seja mais distorcida (leia-se: mais experimental).

Em Junho publicaram o seu primeiro álbum, homónimo.

Esta é música instrumental, extraída das mentes e mãos de quatro músicos experientes e com um passado de colaboração em vários projetos.

Eraldo Bernocchi - guitarra
Colin Edwin (baixista com os Porcupine Tree desde 1993)
Balazs Pandi - Percussão
Jamie Saft - teclas

Embora o look-and-feel da banda seja bastante metálico, a música é bem mais diversa: por aqui passa alguma dureza associada ao metal, mas também piano jazzístico, reggae, dub, numa multiplicidade de ambientes que convida à exploração. Uma descrição aproximada daquilo a que soam seria "uma jam session cósmica".

Influências, é possível detetar algumas. Em "Fist Full of Flies", por exemplo, é possível ouvir um piano em fundo que eu juraria que foi tirado de um take de "The Devil's Triangle", de "In the Wake of Poseidon" dos King Crimson. No entanto, o conjunto é algo de novo e que definitivamente merece ser ouvido.

Não encontrei ligações no You Tube, mas o site da banda tem três temas para audição.
http://www.metallictasteofblood.com/

07 agosto 2012

Tom Waits: O Segredo Desvenda-se!

Então todo o suspense criado nos últimos dias era para anunciar um novo vídeo de Tom Waits e o seu lançamento no Youtube (where else?).

Aqui está "Hell broke Luce", do último álbum "Bad as Me", obra maestra do ano passado.

Não é para todos os gostos, é apenas 1) para as mentes psicóticas e bizarras, com fortes desvios de personalidade 2) para todos os outros com muito bom gosto :)
 

Combate à Crise: Pack Miles Davis


Esta tem que ser a pechincha do ano. A FNAC está a vender um pack de Miles Davis com 20 álbuns, publicados de 1950 a 1958 (produção colossal!), por  14,99€. Ou seja 0,75€ por álbum!

É uma edição da MCPS, que se especializou em lançamentos low cost, e garante que as obras foram "digitally remasterd and enhanced for superior quality".

Estes são os primeiros trabalhos gravados de Miles em nome próprio, com diferentes formações, desde os pequenso grupos do início do anos eguinte até às obras com Gil Evans no fim da década. Álbuns clássicos, considerados obras primas, como "The Birth of Cool", "Round Midnight" ou "Miles Ahead", estão aqui incluídos. Fica já de fora outra obra-prima, "kind of blu", de 1959.

Altamente recomendado, para conhecer ou para completar a coleção!

In Memoriam: Adiós, Chavela!

Morreu anteontem em Cuernavaca, Morelos, Isabel Vargas Lizano, mais conhecida pelo seu nome artístico de Chavela Vargas.

Costa riquenha, mas sempre associada ao México, nasceu em 1919 e conviveu de perto com símbolos maiores da cultura latino americana, como Diego de Rivera e Frida Kahlo. Chegou a viver com eles.

Foi-se suavemente, deixando de respirar. Aos 93 anos estava cansada, quem sabe esgotada por uma vida intensa.

Nos últimos anos a sua voz já era só um murmúrio, levantando-se do silêncio como uma brisa ondulante. Já quase sem voz, era só o sentimento que se ouvia.

Fica aqui aquele que é provavelmente o seu tema mais conhecido, La Llorona.


Fabricante de guitarras Gibson multado por usar madeiras exóticas de Madagáscar



Fonte: Publico de hoje
07.08.2012

A Justiça norte-americana anunciou nesta segunda-feira ter chegado a acordo com a empresa Gibson, famosa fabricante de guitarras, depois de esta aceitar pagar uma multa de 300 mil dólares (242 mil euros) por ter usado madeiras exóticas de Madagáscar.
O Departamento de Justiça norte-americano deixou cair o processo contra a empresa, com sede em Nashville, depois da Gibson ter admitido a importação de madeiras exóticas de Madagáscar. Este país, com 17 milhões de habitantes, já perdeu quatro quintos das suas florestas.

A Gibson vai agora pagar 300 mil dólares de multa por violação à legislação ambiental, de 2008, e outros 50.000 dólares (cerca de 40.000 euros) à função nacional da vida selvagem para ajudar a promover a protecção de espécies de árvores protegidas.

“O acordo a que chegámos é justo porque aplica graves coimas pelo comportamento da Gibson, ao mesmo tempo que lhe permite continuar a fabricar guitarras”, comentou o procurador-geral Jerry Martin, num comunicado citado pelo jornal Washington Post. Esta empresa é considerada um dos melhores fabricantes de guitarras acústicas e eléctricas.

Este foi o desfecho de uma investigação que começou em 2009, depois de suspeitas de que a empresa estaria a importar madeira ilegal ou protegida de Madagáscar. Agora, “Gibson suspendeu as importações de madeira de Madagáscar e reconhece o seu dever perante a legislação de verificar a origem da madeira e as circunstâncias do seu abate e exportação”, disse Ignacia Moreno, da Divisão de Ambiente e Recursos Naturais do Departamento de Justiça norte-americano.

06 agosto 2012

Tom Waits: 7 de Agosto ??

O sempre críptico e mestre do bizarro Tom Waits anuncia no seu site que algo se passará amanhã, dia 7 de Agosto.

E mais não diz...


http://www.tomwaits.com/

Entrevista no blog 33 rpm


Já aqui falámos do http://33rpm-discos.blogspot.pt/, interessantíssimo local para parar na net e informar-se sobre Música, com especial incidência em tudo aquilo que se pode descobrir através de uma agulha de diamante...

O 33rpm achou por bem, vá lá saber-se porquê, entrevistar este humilde bloguista, sobre o Perú Antes do Natal e sobre as minhas paixões e preferências musicais. Podem  ler a entrevista em:

http://33rpm-discos.blogspot.pt/2012/08/a-voz-do-peru.html

Beck & Charlotte Gainsbourg

De Charlotte Gainsbourg, o nome diz tudo (filha de Gainsbourg e de Jane Birkin, who else?). De Beck, a fama precede-o e, embora mais na sombra nos anos 10, o seu passado de inovador irrequieto nos anos 90 e 00 é suficiente para lhe continuar a dar um lugar de destaque. Este tema é já de 2010, do único disco da parceria ("IRM"), em que Beck resolveu dar uma mão a Gainsbourg, compondo, emprestando musicos, produzindo... O resultado é francamente interessante e vale a penar visitar ou (re)-visitar. Eu tenho uma feição especial por vozes femininas suaves que cantam em francês, portanto a escolha não poderia deixar de ser este Le Chat du Café des Artistes para lembrar o disco:

03 agosto 2012

Nova Música: Tame Impala preparam-se para lançar novo disco

Depois de InnerSpeaker, que causou algum furor há dois anos, estes australianos um bocado marados mas fixes e com uma música que pede atenção vão lançar um dia destes e que se chamará Lonerism e já tem capa:



Aqui pode-se fazer o download do tema de apresentação:
http://wwwidgets.modularpeople.com/tame-impala-apocalypse-dreams/

Montreux Jazz Summit: Hot Jazz!


A este não consigo fazer o embedd, que não deixam (gosto muito de fazer o embedd, embora não despreze fazer também o outofbedd...).

http://www.youtube.com/watch?v=-pigBjl-DM8

Também se pode ouvir no GrooveShark:
http://grooveshark.com/#!/artist/Montreux+Summit+1977/1947350

Mas vale a pena ir ao Sítio do Costume para ouvir esta explosão de jazz em Montreux em 1977 - uma parada de estrelas numa versão de 26 minutos do clássico "All Blues".

Encontrei o vinil à venda e desde aí que sou um homem muito mais feliz.

Eis a lista de temas e dos músicos que tocam no disco:

1. Montreux Summit (Bob James) - 10:46
2. Infant Eyes (Wayne Shorter) - 11:25
3. Blues March (Benny Golson) - 25.59
4. Bahama Mama (Alphonso Johnson) - 7:52
5. Fried Bananas (Dexter Gordon) - 13:13
6. Andromeda (Jay Chattaway) - 21:37



Soltem as Cassetes!


As cassetes, também carinhosamente chamdas de K7s, viveram connosco longos momentos das nossas vidas (sim! de todos nós com mais de 30 anos). Elas foram  o antepassado do mp3 e o primeiro meio sério de pirataria que tivémos ao nosso dispôr!

Ferro, Ferro-Crómio, Crómio, Metal, tipologias que nos fazem sonhar com fitas castanhas a sair pelos buraquinhos e a enredarem-se no leitor de cassetes!

Havia-as por todo o lado: em casa, no carro e na rua, com o lendário Walkmen - o ipod original.

Muitas guardam ainda hoje tesouros que nunca foram editados noutros meios (era vulgar os grupos publicarem cassetes com obras que não saiam noutros formatos, para clubes de fãs ou não), ou gravações de espetáculos. Muitos deram origem a discos piratas, com gravações que pareciam feitas dentro de um balde plástico com uma esfregona molhada por cima.

Só eu tenho umas 500 a ganhar pó na arrecadação!

Partilha connosco as tuas k7 favoritas, o que tinham e os momentos mais espetaculares a que as tuas k7 assistiram!

30 julho 2012

Hair . A força do cabelo

Primeiro um musical de sucesso na off-Broadway em 1967, com estreia na Broadway em 1968 e, 11 anos depois, um filme de Milos Forman, Hair é um dos marcos da libertação cultural, racial e política dos Estados Unidos.


Com a devida vénia, e porque não diria melhor, cito o que a Wikipédia diz a propósito do musical original:

"A product of the hippie counter-culture and sexual revolution of the 1960s, several of its songs became anthems of the anti-Vietnam War peace movement. The musical's profanity, its depiction of the use of illegal drugs, its treatment of sexuality, its irreverence for the American flag, and its nude scene caused much comment and controversy.[1] The musical broke new ground in musical theatre by defining the genre of "rock musical", using a racially integrated cast, and inviting the audience onstage for a "Be-In" finale."

Veio parar-me às mãos a banda sonora original do filme em estado novo. Diferente do original da off-Broadway (que saiu nas Selecções do Readers Digest - lembram-se das Selecções?), mais negra e cheia de funk.

Aqui fica um dos temas mais conhecidos da banda sonora. Cool, brother!





Cake: I Will Survive

Os Cake são uma banda californiana dos anos 90, com um estilo muito próprio e beneficiando de muitas influências diferentes, do rock o jazz, ao funk.... Do seu álbum Fashion Nugget veio esta deliciosa versão de "I Will Survive" que merece tanto destaque quanto a de Gloria Gaynor... O ano passado renasceram das cinzas (o álbum anterior era de 2004 com "Showroom of compassion", que é assim - assim). Muito melhor neste pastiche-rock do disco sound!
 

29 julho 2012

Os ELP celebram 40 anos de carreira.

No link abaixo é possível ouvir os membros da banda a falarem dos três primeiros trabalhos e ouvir também os temas.

Lucky Men: Emerson, Lake & Palmer Celebrate The 40th Anniversary Of Their First Three Studio Albums on InTheStudio.NET Dallas,TX- July 28, 2012. 

North American syndicated Rock radio show InTheStudio: The Stories Behind History’s Greatest Rock Bands mark the 40th anniversary of Emerson Lake & Palmer’s Trilogy album with a look back at their first three studio efforts. ELP were a true supergroup in progressive rock, elevating the musical genre by taking it out of the science lab and onto FM rock radio, where ultimately millions of listeners would respond in favor. Greg Lake shares with show host Redbeard how ‘Lucky Man’ ended up making the cut on ELP’s debut album.

 “ I wrote “Lucky Man” when I was 12 years old... And I never had any use for it... When it came to the album and we were due to finish the album there and them, it was just a case of, ‘Does anybody got any ideas?’ And there was a silence, and I said, Well, I got this. ‘So,all right then, give it a go.’ “

The InTheStudio.NET/ Emerson Lake & Palmer MEDIUM RARE’ show is an online ONLY exclusive available now at:
HYPERLINK
Part 1 “http://www.inthestudio.net/online-only-interviews/emerson-lake-palmer-trilogy-40thanniversary/” Part 2 “http://www.inthestudio.net/online-only-interviews/emerson-lake-palmer-trilogy-40thanniversary-pt-2/”

Porque hoje é Domingo: Jamie Cullum: Gran Torino