31 agosto 2013
Mais progressivo: Fuzzy Duck
Acabadinho de chegar da Amazon - o único disco dos Fuzzy Duck, e raridade em vinil da Vertigo (cerca de 500€ em segunda mão...), em reediçao em CD da Esoteric Recordings.
Wiki knowledge: Fuzzy Duck was an English progressive rock group from London, formed in 1970. Their self-titled studio album Fuzzy Duck was released in 1971. It featured Mick Hawksworth of Five Day Week Straw People and Andromeda, as well as Crazy World of Arthur Brown keyboardist Roy Sharland and drummer Paul Francis of Tucky Buzzard (and later of Tranquility).[1] The band was not named after the drinking game, but rather was coined by the album art designer, Jonathon Coudrille.[2] The group disbanded soon after the release of their full-length, but enduring interest in the band led to reissues on CD by Akarma Records and Repertoire Records.[3]
As primeiras impressões: é heavy prog, o primeiro tema é o mais forte e o mais interessante do disco. Também se destaca o tema 7, In Our time.É uma obra para completistas, mas tem os seus momentos interessantes, com bons momentos movidos a Hammond e guitarradas competentes. Comparações: Uriah heep, Deep Purple,
Vanilla Fudge.
Wiki knowledge: Fuzzy Duck was an English progressive rock group from London, formed in 1970. Their self-titled studio album Fuzzy Duck was released in 1971. It featured Mick Hawksworth of Five Day Week Straw People and Andromeda, as well as Crazy World of Arthur Brown keyboardist Roy Sharland and drummer Paul Francis of Tucky Buzzard (and later of Tranquility).[1] The band was not named after the drinking game, but rather was coined by the album art designer, Jonathon Coudrille.[2] The group disbanded soon after the release of their full-length, but enduring interest in the band led to reissues on CD by Akarma Records and Repertoire Records.[3]
As primeiras impressões: é heavy prog, o primeiro tema é o mais forte e o mais interessante do disco. Também se destaca o tema 7, In Our time.É uma obra para completistas, mas tem os seus momentos interessantes, com bons momentos movidos a Hammond e guitarradas competentes. Comparações: Uriah heep, Deep Purple,
Vanilla Fudge.
18 agosto 2013
Novo de Bill Calahan em Setembro
Setembro (lamento dizer-vos, mas vem mesmo aí!), anuncia-se já mais simpático. Bill Calahan, um dos nomes atuais a acompanhar com maior atenção, publica a 17 o sucessor so ótimo Apocalypse e prepara-se para uma digressão (Já esteve na Feira aí há uns quatro anos). Esperemos que inclua Portugal! Entretanto aqui um pequeno concerto em ambiente íntimo:
08 agosto 2013
Isto é bom!: SWEET SMOKE - Just a Poke
A minha alma está parva como é que estes tipos me escaparam completamente durante estes anos que levo de vida!
Confirma-se que os anos 1967-1975 produziram uma tal quantidade de boa música que só hoje temos a distância necessária e o crivo crítico para entender o fenómeno.
Estes nova-iorquinos de Brooklyn que se mudaram para a Alemanha têm uma fusão rock jazz de muito bom gosto, muito bem tocada, um ritmo contagiante (excelente baterista!), excursões instrumentais de alto nível, incluindo solos de saxofone, composições interessantes. E ainda tocam uma versão de Soft Parade, dos The Doors.
Parafrasendo uma das cenas centrais de American Pie: "god bless the internet"!
06 agosto 2013
Sad Season para a boa música: Morreu George Duke
Morreu na segunda-feira por causa do raio da leucemia...
Relembro o LP "I love the blues, she heard my cry", que não é fácil de encontrar...
O George Duke é, para mim, um grande músico, apesar de ter composto alguns dos temas mais inaudíveis de sempre (insuportáveis mesmo).
Os tempos que passou com o Zappa fizeram-lhe bem e o próprio trabalho do Zappa não ficou imune a essa convivência (pe. New York, Roxy and Elsewhere, só para citar dois)...
Enfim, mais um que se foi.
01 agosto 2013
Goldfrapp: Tales of Us em Setembro
O novo de Goldfrapp sai no início de Setembro, mas já está disponível nos "sítios do costume" na net.
aquilo que vos posso dizer é que o melhor álbum deles (dela) desde "Felt Mountain", o que é dizer muito, e que se assemelha a ele pelo ambiente intimista e confessional - o que é dizer ainda mais.
Parece que Allison Goldfrapp se cansou de ser sexy (parafraseando o grupo brasileiro), e voltou a ser muito sexy.
Já há uns bits no youtube para fazer água na boca:
aquilo que vos posso dizer é que o melhor álbum deles (dela) desde "Felt Mountain", o que é dizer muito, e que se assemelha a ele pelo ambiente intimista e confessional - o que é dizer ainda mais.
Parece que Allison Goldfrapp se cansou de ser sexy (parafraseando o grupo brasileiro), e voltou a ser muito sexy.
Já há uns bits no youtube para fazer água na boca:
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