Um album de remisturas que o texto Jon Savage que acompanha a rodela remete para o reino do psicadelismo – mais explorar a textura que afogá-la em beats. Concordo, embora alguns temas sejam muito dançáveis – mas não caem nos rótulos e estilos da dança. São reinterpretações, mais que remisturas. As minhas preferidas, enquanto ainda dura o namoro, são “Battle scars”, dos Chemical Brothers, “The Bears are coming”, dos Late of the Pier e “Come hear the trumpets”, dos Dust Galaxy. A “reinterpretação” de “Roscoe” dos Midlake, curiosamente (e digo curiosamente porque os Midlake são, para mim, uma das maiores bandas que ouvi nos últimos anos), não me titila a pituitária: talvez porque o original já é tão forte que é difícil subvertê-lo ou acrescentá-lo.
Recomendado ouvir. Tempo do dia: noite estival, ou tarde forte. O psicadelismo gosta de calor. Menu psicotrópico: ler o Dr. Timothy Leary.
06 junho 2009
Beyond the wizards sleeve – Reanimations vol. 1, 2009
Um album de remisturas que o texto Jon Savage que acompanha a rodela remete para o reino do psicadelismo – mais explorar a textura que afogá-la em beats. Concordo, embora alguns temas sejam muito dançáveis – mas não caem nos rótulos e estilos da dança. São reinterpretações, mais que remisturas. As minhas preferidas, enquanto ainda dura o namoro, são “Battle scars”, dos Chemical Brothers, “The Bears are coming”, dos Late of the Pier e “Come hear the trumpets”, dos Dust Galaxy. A “reinterpretação” de “Roscoe” dos Midlake, curiosamente (e digo curiosamente porque os Midlake são, para mim, uma das maiores bandas que ouvi nos últimos anos), não me titila a pituitária: talvez porque o original já é tão forte que é difícil subvertê-lo ou acrescentá-lo.
Recomendado ouvir. Tempo do dia: noite estival, ou tarde forte. O psicadelismo gosta de calor. Menu psicotrópico: ler o Dr. Timothy Leary.
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