Este blogue não é o das novidades, já o disse.
É o das coisas que sabem bem. É também o das coisas que sabem mal, mas ficam. É o do tempo-que-faz e é do eterno (ou similar, sem garantias).
Entre as coisas que sabem bem como um casaco velho que já nos conhece a forma está o veterano Terry Callier. Já esteve aqui na pantalha lá no início.
É um ressuscitado das décadas de sessenta e setenta, a solo e em colaborações com algumas luminárias modernas, como Massive Attack, Beth Orthon, Koop, 4 Hero, Zero 7, Grand Tourism.
A sua voz é da soul, mas de uma soul mistica, muitas vezes romântica, mas sem doçuras excessivas. No seu melhor, como em "What colour is Love", de 1973, é um suave soul jazz que é uma delícia. Ouça-se também o álbum "Alive".
É um prazer sem culpa, e que a tivesse...

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