A maior parte do chamado prog recente soa como uma versão degradada dos Genesis - segunda encarnação ou, pior ainda, dos Marillion, eles próprios uma fotocópia em papel higiénico dos Genesis II. Ou seja, muito do que se ouve por aí é um neo-prog descarado, sem pinga de originalidade. Ou então são aqueles tipos do prog metal, que metralham música e mudam de tons para parecerem progressivos.
Por isso não acompanho com muita dedicação o que se vai fazendo (o investimento raramente compensa). No entanto, tem havido algumas boas surpresas. Os Anekdoten (já com uns anos), os White Willow ou os Paatos (todos nórdicos...), são bons exemplos.
Quando surge uma voz original (nota: não estou a dizer "sem referências"), é algo muito bem vindo. É o caso de Phi Yaan-Zek, guitarrista londrino. Há aqui Frank Zappa de The Adventures the Greggary Peccary (De "Studio Tan"), mas é uma outra coisa. É uma mistura pessoal de jazz, clássico e hard rock. Mas com o espírito de liberdade criativa que é a grande herança musical de Zappa.
Encontrei muito pouca coisa dele no TeuTubo, mas esta é um bom exemplo. Ora ouçam:
http://www.phiyaan-zek.com/
E tem muito de KC, sobretudo a partir da Era Thrakattak, Vrooom Vrooom, The ConstruKction of Light... (É uma opinião apenas com base neste tema. O Sr. Phi era-me completamente desconhecido).
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