... Como em todas as colectâneas, tem o bom e o menos bom, mas o nível é alto em geral. Serve de montra a uma modernidade diferente, ao lado da popularidade de massas (ou nem tanto, como é o caso dos The National... o que é ser famoso hoje em dia?). A ouvir, atenta e progressivamente.
12 março 2009
Em rotação I
Colectânea 4AD para a série Red Hot and Blue, com eminências e semi-eminências da cena alternativa actual. The National, Bon Iver, Arcade Fire, Beirut, Spoon, Feist, Blonde Redhead, Bon Iver, Cat Power, Andrew Bird, Grizzly Bear
... Como em todas as colectâneas, tem o bom e o menos bom, mas o nível é alto em geral. Serve de montra a uma modernidade diferente, ao lado da popularidade de massas (ou nem tanto, como é o caso dos The National... o que é ser famoso hoje em dia?). A ouvir, atenta e progressivamente.
... Como em todas as colectâneas, tem o bom e o menos bom, mas o nível é alto em geral. Serve de montra a uma modernidade diferente, ao lado da popularidade de massas (ou nem tanto, como é o caso dos The National... o que é ser famoso hoje em dia?). A ouvir, atenta e progressivamente.
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O que realmente me despertou a atenção foi a vasta lista dos participantes (cerca de 30, se não estou em erro), que integra nomes conhecidos como sejam: David Byrne (hum…), Dirty Projectors, Antony (um dos “meninos dos olhos” do nosso querido Lou Reed), os National, Beirut, Buck, RiceBoy Sleeps (projecto do vocalista dos Sigur Rós), e muitos outros ilustres desconhecidos (meus) da denominada música alternativa de origem indie pop-rock do século XXI… bom, não vi na lista os Coldplay (abrenúncio!) … menos mal…
ResponderEliminarMas confesso que quando vi que se tratava de mais uma edição Red Hot (concretizada a partir de uma ideia dos gémeos Aaron e Bryce Dessner, baixista e guitarrista dos The National, respectivamente), pensei: meu Deus! Trata-se, certamente, de mais um dos muitos exemplos de música servida a peso para ajudar o pessoal que sofre com o HIV. É verdade, é para ajudar as pessoas que sofrem com o SIDA... só que desta vez não é necessária nenhuma dose de boa vontade para comprar este disco! Este disco compra-se porque é bom! É mesmo muito bom! Confesso que fiquei durante toda a audição de queixo caído, caladinho de boca aberta e certamente com aquele ar imbecil que é hábito ver-se estampado no rosto dos melómanos…
Sem mais palavras, meus amigos! Isto é coisa séria!