Há nos dois trabalhos de Terje Rypdal, Miroslav Vitous e Jack DeJohnette para a ECM a qualidade de material atmosférico, de ar à volta da música, que sendo comum a outros trabalhos de outros músicos da editora, contém uma tensão latente, uma bulha prestes a resolver-se, que é única e especial.
Em “To be continued”, o meu preferido, ouça-se “Maya”, “Morning Lake”, “Topplue, Votter& Skjerf”, ou, especialmente, o tema título.
Para uns insights sobre Rypdal, em formato palatável: http://www.furious.com/perfect/terjerypdal.html
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