Pat Metheny, guitarrista de méritos indiscutíveis, que uns colocam no panteão dos imortais, outros arrumam com um sêlo estampilhado de "boring", acaba de editar mais um disco. Desta feita, "What's it all about", colecção pessoal de temas em guitarra solo, selecção pessoal com um cunho de ressonância íntima.
É o segundo solo absoluto, depois de "One Quiet Night", numa alternância que marcou toda a seua carreira de registos mais uptempo, em formações diversas, e discos mais reservados, como se de vez em quando fosse altura de fazer uma pausa e deixar sair a música que toca para si próprio. Mas, enquanto "OQN" era um disco maioritariamente de originais, "WIAA" é um puro disco de versões.
Temas dos Beatles ("And I love Her"), Simon & Garfunkel("The sound of silence"), Burt Bacharach ("Alfie"), Carole King ("That's the way I've always heard it should be"), Antonio Carlos Jobim ("Garota de Ipanema"), Roger S Nichols & Paul Williams ("Rainy Days and Mondays"), etc. Alguns destes temas já tiveram milhares de versões. Mas o instinto melódico de Metheny fá-los ressoar depois de reduzidos à essência, alimentando-os de minusculas partículas harmónicas que expandem a aura sonora dos originais e os fazem ganhar matizes que apenas pantones muito apurados permitem registar. Fácil seria o óbvio, mas não é esse o horizonte de Pat.
Recomendado, portanto.
Aqui fica "Alfie", de Burt Bacharach.
28 junho 2011
Um tema por dia - 28 Junho 2011
Recentemente travei-me de razões com a edição vinílica deste "Hats" - obra maestra dos Blue Nile. Reforcei duas convicções - a de que de facto é uma obra maestra - e a de que o vinil dá cartas.
Todo o álbum é um exercício de contenção e estilística e economia de meios -sempre em prol da máxima expressão, por vezes da máxima emotividade - como na belíssima "Let's go out tonight", que mereceu uma cover de Craig Armstrong).
Os BN são um caso à parte - 4 álbuns e fade out - sem ruído nem alarde desnecessário. Como deve ser.
Este é o "Let's go out tonight", num video "teutubo" com pinturas de Edward Hopper, que lhe assentam bem.
Este é o "Downtown lights", que teve uma versão pela Annie Lennox
Todo o álbum é um exercício de contenção e estilística e economia de meios -sempre em prol da máxima expressão, por vezes da máxima emotividade - como na belíssima "Let's go out tonight", que mereceu uma cover de Craig Armstrong).
Os BN são um caso à parte - 4 álbuns e fade out - sem ruído nem alarde desnecessário. Como deve ser.
Este é o "Let's go out tonight", num video "teutubo" com pinturas de Edward Hopper, que lhe assentam bem.
Este é o "Downtown lights", que teve uma versão pela Annie Lennox
16 junho 2011
o que não dá para parar de ouvir
Tame Impala - Innerspeaker
Roda imparavelmente há 24 horas.
A consumir urgentemente, a toda a velocidade e mesmo que não houvesse amanhã.
Um exemplo, mas há que ir mais fundo.
Roda imparavelmente há 24 horas.
A consumir urgentemente, a toda a velocidade e mesmo que não houvesse amanhã.
Um exemplo, mas há que ir mais fundo.
12 junho 2011
Um tema por dia (12 de Junho 2011)
Uma recordação nostálgica - Goldfrapp - Deer Stop
Uma das coisas curiosas que o YouTube permite é que cada um mostre o seu filme imaginário a propósito dos temas musicais. Por isso não estamos limitados às produções das editoras ou dos autores e podemos ver os filmes da cabeça de cada um. O que eu diria que é muito mais interessante.
Este tema, particularmente, parece inspirar muitos filmes. Talvez por evocar nostalgia, talvez por permitir a abstracção.
Seja pelo que for, é um belíssimo tema.
Nesta versão, o tema de Goldfrapp funde-se com as imagens da série de culto Final Fantasy. A mi me gusta...
Uma das coisas curiosas que o YouTube permite é que cada um mostre o seu filme imaginário a propósito dos temas musicais. Por isso não estamos limitados às produções das editoras ou dos autores e podemos ver os filmes da cabeça de cada um. O que eu diria que é muito mais interessante.
Este tema, particularmente, parece inspirar muitos filmes. Talvez por evocar nostalgia, talvez por permitir a abstracção.
Seja pelo que for, é um belíssimo tema.
Nesta versão, o tema de Goldfrapp funde-se com as imagens da série de culto Final Fantasy. A mi me gusta...
08 junho 2011
Blessed
Um outro disco a merecer menção honrosa aqui no Peru é, sem sombra de dúvida, o último álbum de Lucinda Williams. Chama-se Blessed, foi lançado em Março de 2011 e é já considerado por muitos como o melhor de sempre desta compositora.
Trata-se de um conjunto de belas canções (todas da autoria de Lucinda) que nos transmite uma atmosfera quente e harmoniosa, plena de aromas, excitação, alegria, sofrimento, amor e afecto, tudo concentrado em pura emoção, que nos leva a repetir o disco vezes sem conta… Country Music mais sofisticada do que o habitual? Deixemos os rótulos. O melhor é mesmo voltar ao início deste maravilhoso disco (já vai na última música...), que conta com um extraordinário trabalho instrumental (do melhor que tenho ouvido), em perfeito equilíbrio com a voz quente de Lucinda.
Nota máxima para Lucinda Williams neste Blessed, bem como para os notáveis e experientes músicos que a acompanham (Greg Leisz, Nathan Barr, Elvis Costello, entre muitos outros)!
07 junho 2011
E ainda: Unbehagen
Um post da Susana com o Naturtrane da Lady Nina Hagen fez-me lembrar deste prodigioso African Reggae, de Unbehaggen - lembras-te, ó Queen??
Começa com o famoso grito "HAAAASHIIISH!"
E há que não esquecer o seu "My Way", que está lá em cima lado a lado com o dos Sex Pistols!
ao vivo:
Começa com o famoso grito "HAAAASHIIISH!"
E há que não esquecer o seu "My Way", que está lá em cima lado a lado com o dos Sex Pistols!
ao vivo:
Hoje: os Felice Brothers
Para que não digam que não disse:
Os Felice Brothers são uma excelente banda de algo que se convencionou chamar Americana. Para mim, é só boa música. O seu álbum "Yonder is the Clock" é excelente.
Ombreiam com os Fleet Foxes, os Midlake, os Beach House e Bill Calahan, IMHO.
Fica a versão de estúdio (só música). O som rasca de um computador não lhes faz, mas comprem o disco, e ouçam!
Os Felice Brothers são uma excelente banda de algo que se convencionou chamar Americana. Para mim, é só boa música. O seu álbum "Yonder is the Clock" é excelente.
Ombreiam com os Fleet Foxes, os Midlake, os Beach House e Bill Calahan, IMHO.
Fica a versão de estúdio (só música). O som rasca de um computador não lhes faz, mas comprem o disco, e ouçam!
Fleet Foxes!
Caros Peruanos,
Ontem ao passar uma vista de olhos na prateleira da música alternativa da Fnac (ainda gostava de saber alternativa ao quê... estas gavetas musicais não me enchem as medidas....) deparei-me com uma capa de um album que me chamou a atenção. Ao meu lado estava o meu grande amigo João, de gosto requintado, que me advertiu desde logo que deveria ouvir os tipos que ia gostar! Cheguei a casa e fui procurar os Fleet Foxes, gostei! São Americanos de Seatle e são liderados pelo vocalista e guitarrista Robin Pecknold. Até então tenho estado a ouvir o disco! Deixo aqui um cheirinho!
:)
Susana
06 junho 2011
Um tema por dia (06 Junho 2011)
Já tinha postado sobre eles. Os Shit Robot são uma máquina rítmica que produzem música de dança gorda com um toquinho analógico e pinceladas de Kraftwerk.
http://peruhabilidoso.blogspot.com/2011/02/shit-robot-from-cradle-to-rave.html
Eis aqui um video da sua estreia, "From the Cradle to the Rave"
http://peruhabilidoso.blogspot.com/2011/02/shit-robot-from-cradle-to-rave.html
Eis aqui um video da sua estreia, "From the Cradle to the Rave"
05 junho 2011
Um tema por dia (5 de Junho de 2011)
Gostaria de trazer aqui hoje à colação (termo jurídico que me agrada de sobremaneira), um grupo progressivo grego dos anos 70, que se tem mantido activo (ou pelo menos manteve-se até aos anos 00). Chamam-se (eh eh) SOCRATES DRANK THE CONIUM. Como qualquer mortal sabe, o cónio é um veneno que Sócrates utilizou para pôr fim à vida após umas eleições, perdão, após um namorado o ter deixado. Ou coisa assim.
Aviso: este tema contém vestígios de Gentle Giant e outro sulfitos.
Aviso: este tema contém vestígios de Gentle Giant e outro sulfitos.
Um tema por dia (4 Junho 2011)
Morrissey, Dear God Please Help Me, de "The Ringleader of the Tormentors"
Este tema de libertação corresponde ao álbum em que Morrissey assumiu frontalmente a sua homossexualidade, e vivia uma fase feliz da sua vida amorosa, presume-se que em Roma.
"I'm so very tired of doing the right thing"
Este tema é delicadamente uma celebração do amor e da liberdade espiritual que ele provoca.
"And now i'm walking through Rome /and there's no room to move / but the heart feels free"
A invocação de deus é só aparentemente um fervor místico. No contexto da assumpção da homossexualidade, uma frase como "then he motions to me with / his hand on my knee /dear god, did this kind of rhing happened to you?" é uma provocação à posição da Igreja sobre a homossexualidade, no coração do mundo católico.
Para mim, um tema quintessencial de Morrissey, de quem gosto mais da carreira a solo do que da fase Smiths, que me diz pouco.
Há uma versão orquestrada pelo Ennio Morricone (respect).
Este tema de libertação corresponde ao álbum em que Morrissey assumiu frontalmente a sua homossexualidade, e vivia uma fase feliz da sua vida amorosa, presume-se que em Roma.
"I'm so very tired of doing the right thing"
Este tema é delicadamente uma celebração do amor e da liberdade espiritual que ele provoca.
"And now i'm walking through Rome /and there's no room to move / but the heart feels free"
A invocação de deus é só aparentemente um fervor místico. No contexto da assumpção da homossexualidade, uma frase como "then he motions to me with / his hand on my knee /dear god, did this kind of rhing happened to you?" é uma provocação à posição da Igreja sobre a homossexualidade, no coração do mundo católico.
Para mim, um tema quintessencial de Morrissey, de quem gosto mais da carreira a solo do que da fase Smiths, que me diz pouco.
Há uma versão orquestrada pelo Ennio Morricone (respect).
Spiritualized - The Abbey Road Ep
Hoje numa volta pela Carbono fez-me encontrar o Abbey Road EP dos Spiritualized que o Hélio tão justamente incensa. O CD reune apenas dois temas do "Ladies and Gentleman..", "Come Together" e "Broken Heart", esta em versão vocal e instrumental. A única surpresa acaba por ser o instrumental, que deixa exposto o lado orquestral de Broken Heart, realçando mais o belo pano sonoro.
02 junho 2011
Todos ao CCB!
Longe do chamamento revolucionário "Todos ao Campo pequeno!", este é um chamamento à causa musical e fílmica), o programa do CCB 2011-2012 está aí. Do vasto programa, chamo a atenção para alguns espectáculos:
10 SETEMBRO | GRANDE AUDITÓRIO | 21h
Concerto Inaugural da Temporada
Orquestra Metropolitana de Lisboa
Cesario Costa direcao musical
K a r i K r i ikku clarinete
Jean Sibelius Finlandia, op. 26
Magnus Lindberg Concerto para clarinete
Scott Joplin Abertura da opera Treemonisha
George Gershwin An American in Paris
No concerto inaugural da Temporada 2011/2012 do Centro Cultural de Belém encontram-se dois universos distantes: a música finlandesa e a música norte-americana.
Na primeira parte, ouvem-se obras de dois dos compositores finlandeses mais tocados hoje em dia nas salas de concerto de todo o mundo: Sibelius, com um poema sinfonico datado de 1899, e Lindberg, com um concerto que foi estreado ha menos de uma decada, precisamente por Kari Kriikku, o virtuoso clarinetista finlandes que aqui se apresenta como solista. Depois do intervalo, e atravessado o Atlantico, lugar a musica de mais dois grandes compositores, desta vez norteamericanos:
Scott Joplin, o rei do ragtime que tambem se aventurou pela opera, e Gershwin, aqui com a musica celebrizada no filme homonimo de Gene Kelly.
23 SETembro | grande auditório | 21h
Abercrombie / copland
John Abercrombi e guitarra
Marc Copland piano
John Abercrombie, influente guitarrista tanto no registo acustico, quanto no eletrico,
e um experimentalista nato que trabalha a partir da tradicao do jazz. Marc Copland e
um dos mais originais e prolificos pianistas de jazz da atualidade, considerado um dos
maiores expoentes do piano de jazz lirico. Cruzaram-se, pela primeira vez, na decada
de 1970 e desde entao tem colaborado em numerosos projetos, que sao sempre
enriquecidos por uma interacao intuitiva e profunda.
15 Outubro
Quantas estrelas cabem num som?
Carlos Bica e convidados
Concerto de encerramento
Local Planetário Calouste Gulbenkian
Publico-alvo Maiores de 6 anos e fam ílias
Horario 15 de Outubro (hora a definir)
Duracao 45m
O contrabaixista Carlos Bica vai estar no Big Bang com um concerto de musica
improvisada a acontecer debaixo do teto do Planetario de Lisboa. Sera a musica a
provocar a aparicao do ceu estrelado, das constelacoes, da via lactea, de planetas e
dos cometas… As Estrelas serao a companhia nesta viagem ao universo musical de
Carlos Bica e dos seus musicos.
19 OUtubro | pequeno auditório - sala eduardo prado coelho | 21h
Carlos Bica & Azul
Carlos Bica contrabaixo
Frank Mobus guitarra eletrica
J i m B l ack bateria e percussao
Personalidade fundamental do jazz portugues, o contrabaixista Carlos Bica mantem
uma intensa atividade dentro e fora de portas. Entre colaboracoes varias e projetos
proprios, tem estabelecido uma linguagem musical singular. O Trio Azul, criado
em 1996, e um dos vetores preferenciais para o desenvolvimento dessa mesma
linguagem e para a exploracao de novos caminhos sonoros e possibilidades esteticas.
No CCB, Carlos Bica, juntamente com os seus companheiros de longa data, ira
apresentar o quinto projeto discografico do Trio Azul, decerto um dos momentos
altos da temporada jazzistica nacional.
7 Novembro > Abertura do ciclo Tarkovsky
18h > Conferencia com os comissarios da exposicao, Alberto Ruiz de Samaniego e
Jose Manuel Mourinho, com a presenca de Andrei Tarkovsky (Presidente da Fundacao
Tarkovsky)
19h > Abertura e visita a exposicao (Galeria Mario Cesariny)
21h-22h > Conferencia de Andrei Tarkovsky (filho), seguida do documentario de
Chris Marker (2000) – Une journée d’Andrei Arsenevich (Sala Almada Negreiros)
Exposicao
Luz Instantanea - fotografias, itinerarios e saudades de Andrei Tarkovsky
7 novembro a 4 dezembro 2011 | Galeria Mário Cesariny
Tiradas por Andrei Tarkovsky nos arredores da sua “Dacha” russa e em diversas
localidades de Italia (entre 1979 e 1984), as 85 fotografias (polaroides) em exposicao
sao documentos ineditos de dimensao autobiografica do realizador. Mostram a sua
preocupacao em desconstruir o misterio de cada imagem e o sentido da sua propria
melancolia, presente em toda a obra cinematografica. Estas fotografias foram
realizadas na epoca em que o cineasta se encontrava imerso no seu primeiro filme
realizado no estrangeiro, Nostalgia (1983). Enquadramentos, motivos ou mesmo
tonalidades cromaticas constituem-se como ensaios e estudos para esta grande
realizacao cinematografica.
> Ciclo de cinema
8 a 17 novembro
Pequeno Auditório - Sala Eduardo Prado Coelho
Justapor uma pessoa com uma envolvente que seja
ilimitada, reuni-la com um número incontável de pessoas a
passar ao pé dela e ao longe, relacionar uma pessoa com o
mundo todo, esse é o significado do cinema.
An d r e i Tarkovsky
8 Nov A Infancia de Ivan (1962) / Dur.95’
9 Nov Andrei Rublev (1966) / Dur. 190’
10 Nov Solaris (1972) / Dur. 165’
12 Nov O Espelho (1974) / Dur. 105’
13 Nov Stalker (1979) / Dur. 161’
16 Nov Nostalgia (1983) / Dur. 130’
17 Nov O Sacrificio (1986) / Dur. 145’
28 JANEIRO | GRANDE AUDITÓRIO | 21h
Orquest ra Metropolitana de L isboa
Ant o n i Ro s Marba direcao musical
Cedric T iberghi e n piano
Claude Debussy Prélude à l’après-midi d’un faune
Manuel de Falla Noches en los jardines de España
Claude Debussy La Mer
Fase, four movements to the music of Steve Reich (1982)
3 fevereiro | Sexta-feira | 21h | Grande Auditório
Coreografia Anne Teresa De Keersmaeker
Interpretacao Anne Teresa De Keersmaeke r , Ta l e Dolven
Criacao com Miche l e Anne De Mey (Piano Phase, Clapping Music),
J e n n i fer Everhard (Come Out)
Musica Steve Reich: Piano Phase (1967); Come Out (1966); Violin Phase (1967);
Clapping Music (1972)
Luzes Remon Fromont (Piano Phase & Clapping Music); Mark
Schwentner (Violin Phase & Come Out)
Figurinos 1981: Mart i n e An d r e / Anne Teresa De Keersmaeker
29 MARÇO | grande auditório | 21h
Orchestre National de Jazz - Around Robert Wyatt
Da n i e l Yv i n ec direcao artistica
E v e Ri s s e r piano, piano preparado, flauta
Vi ncent Lafont teclas, eletronica
Antonin-Tri Hoang saxofone alto, clarinete, piano
Re m i Dumoulin saxofone tenor, clarinete
Matthi e u Me tzger saxofones, efeitos eletronicos
Joce Mi e n n i e l flauta, eletronica
Sylvain Bardiau trompete
P i e r r e Perchau guitarra, banjo
Sylva i n Da n i e l baixo eletrico
Yoann Serra bateria
Este espetaculo e construido a partir de um trabalho de colaboracao com o artista Robert
Wyatt e presta homenagem ao seu universo musical - uma musica pop melancolica,
encantatoria e intemporal (de que sao exemplo Shipbuilding e Alifib) - referencia para
outros artistas como David Bowie, Elvis Costello e David Gilmour. Um concerto “em
torno” de Robert Wyatt com uma mistura de jazz e de rock pela Orchestre National
de Jazz. Around Robert Wyatt foi o primeiro album lancado pela Orchestre National de
Jazz sob a direcao de Daniel Yvinec, tendo recebido a distincao de “album do ano” na
cerimonia anual francesa Les Victoires du Jazz, em 2009.
20 ABRIL | pequeno auditório - sala eduardo prado coelho | 21h
Hadouk Trio
Di d i e r Malherbe duduk, flauta, ocarina, saxofone soprano, khen
Loy Ehr l ich hajouj, kora, sanza, gumbass, teclados
Ste v e Shehan percussao, arcos atmosfericos, hang
Mantendo as raizes africanas, o Hadouk Trio aventura-se com o seu mais recente
disco - Air Hadouk - por caminhos ainda pouco tracados de novas metamorfoses
instrumentais. Depois do enorme sucesso dos albuns Utopies e Baldamore, e de
distincoes importantes na area do jazz (“Les Victoires du Jazz”, 2008), o trio lanca-se
num “sobrevoo planetario de sabor hedonista”.
CICLO NINO ROTA
Os Filmes da Minha Musica
29 junho a 7 julho 2012
DOLCE VITA (1960)
realizacao de F e d e r ico F e l l i n i
O LEOPARDO (1963)
realizacao de Luchi n o Vi scont i
ROMEU E JULIETA (1968)
realizacao de Franco Z e ffi r e l l i
O PADRIN HO I (1972)
realizacao de Francis Ford Coppola
ROMA (1972)
realizacao de F e d e r i co F e l l i n i
ENSAIO DE ORQUESTRA (1978)
realizacao de F e d e r i co F e l l i n i
MORTE NO NILO (1978)
realizacao de John Guillermin
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